20 de julho de 2010

Biográfico, Frampton volta com fôlego ao rock

Resenha de CD
Título: Thank You
Mr. Churchill
Artista: Peter Frampton
Gravadora: Eagle Records
/ ST2
Cotação: * * * 1/2

Quatro anos após um álbum instrumental - Fingerprints (2006) - que lhe rendeu um Grammy, Peter Frampton está de volta ao mercado fonográfico com fôlego em Thank You Mr. Churchill, 14º título de estúdio de discografia solo que atingiu seu ápice com Frampton Comes Alive! (1976), álbum que pôs o cantor e guitarrista britânico no topo das paradas mundiais. Lançado no mercado nacional pela ST2, no embalo do anúncio da vinda de Frampton ao Brasil para quatro shows agendados para setembro de 2010, Thank You Mr. Churchill é disco de cunho autobiográfico. A faixa-título é um agradecimento de Frampton a Winston Churchill (1874 - 1965) por seu nascimento, viabilizado por decisão política de Churchill - Primeiro Ministro do Reino Unido na Segunda Guerra Mundial - que possibilitou o retorno de seu pai do combate. Gravado no estúdio particular de Frampton em sua casa, em Ohio (EUA), o disco tem forte tom roqueiro que permite que o músico mostre suas habilidades na guitarra. Solos de guitarra pontuam Road to the Sun - faixa em que Peter toca com seu filho, o hoje também guitarrista Julian Frampton - e I'm a Due a You, entre outros temas inéditos que abordam questões pessoais. Black Ice celebra de certa forma a sobriedade mantida pelo artista já há sete anos enquanto Invisible Man remete aos tempos de juventude em que Frampton curtia os sons negros da gravadora Motown. Não por acaso, o grupo Funk Bros. toca na faixa. Fora da esfera pessoal, Asleep at the Wheel se sensibiliza com o rapto de criança do Japão por coreanos. A produção do álbum - que estabelece o início da parceria de Frampton com o letrista Gordon Kennedy - foi feita pelo próprio cantor ao lado do guitarrista Chris Kimsey, que foi o engenheiro de som de seu primeiro álbum solo, Wind of Change (1972). Atual baterista do grupo Pearl Jam, Matt Cameron toca em músicas como Restraint e a citada Asleep at the Wheel, contribuindo para a aura especial deste disco que parece até ter (re)acendido a velha chama criativa do roqueiro Peter Frampton.

2 Comments:

Blogger Paulo Tamburro said...

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20 de julho de 2010 20:30  
Blogger Luca said...

qual o roteiro da turnê do Peter no Brasil, alguém sabe me dizer?

21 de julho de 2010 09:18  

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