30 de junho de 2009

Joyce canta Chico, Sueli e Alf em 'Slow Music'

Joyce Moreno lança em julho de 2009, pela gravadora Biscoito Fino, um álbum pautado por silêncios e pausas. Apropriadamente intitulado Slow Music, o CD reúne canções de amor que evitam o tom exacerbado da maioria do repertório do gênero. Em Slow Music, a compositora - vista acima em foto de Leonardo Aversa - marca presença somente em uma ou outra faixa, como Valsa do Pequeno Amor, abrindo espaço para a intérprete numa seleção que irmana temas de Chico Buarque (Samba do Grande Amor), Johnny Alf (Olhos Negros, parceria com Ronaldo Bastos), Sueli Costa (Amor Amor, cujos versos são do saudoso poeta Cacaso) e Marcos Valle (O Amor É Chama, música menos conhecida da obra com Paulo Sérgio Valle). Até um bolero clássico - Esta Tarde Vi Llover, da lavra de Armando Manzanero - integra o repertório do CD, gravado com o baterista Tutty Moreno, o baixista Jorge Helder e o pianista Hélio Alves. A artista dedica Slow Music a Bill Evans (1929 - 1980), João Gilberto e a Shirley Horn (1934 - 2005).

17 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

Joyce Moreno lança em julho de 2009, pela gravadora Biscoito Fino, um álbum pautado por silêncios e pausas. Apropriadamente intitulado Slow Music, o CD reúne canções de amor que evitam o tom exacerbado da maioria do repertório do gênero. Em Slow Music, a compositora - vista acima em foto de Leonardo Aversa - marca presença somente em uma ou outra faixa, como Valsa do Pequeno Amor, abrindo espaço para a intérprete numa seleção que irmana temas de Chico Buarque (Samba do Grande Amor), Johnny Alf (Olhos Negros, parceria com Ronaldo Bastos), Sueli Costa (Amor Amor, cujos versos são do saudoso poeta Cacaso) e Marcos Valle (O Amor É Chama, música menos conhecida da obra com Paulo Sérgio Valle). Até um bolero clássico - Esta Tarde Vi Llover, da lavra de Armando Manzanero - integra o repertório do CD, gravado com o baterista Tutty Moreno, o baixista Jorge Helder e o pianista Hélio Alves. A artista dedica Slow Music a Bill Evans (1929 - 1980), João Gilberto e a Shirley Horn (1934 - 2005).

30 de junho de 2009 00:10  
Anonymous Anônimo said...

Joyce é sempre maravilhosa e esse cd promete!!!

30 de junho de 2009 00:19  
Blogger Maria Valéria said...

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Oi Mauro,

Ela é apenas JOYCE, é como ela gosta de ser chamada, e é como ela assina musicalmente.

Viajei com ela em julho 2008, em turné com Toninho Horta em Minas Gerais, e, um repórter de TV de uma cidade do interior a apresentou como Joyce Moreno, como você fez aqui no blog, e ela logo comentou que é Joyce, e ponto.

Só pra você saber, OK?

Um abraço,
Maria Valéria.
.

30 de junho de 2009 01:36  
Anonymous Anônimo said...

Amor amor, e Olhos negros estão tambem no Cd Dois coraçoes lançado pela cantora Fernanda Cunha em homenagem à Sueli Costa e Johnny Alf. Primoroso album.

30 de junho de 2009 03:07  
Anonymous Anônimo said...

Só a Maria Valéria que não sabe que a própria Joyce postou que a partir de 2009 seu nome artístico é Joyce Moreno. Justificou a dificuldade no mercado estrangeiro (onde ela ainda existe e vende muito) dos fãs em encontrar seus cds procurando apenas pelo 1º nome.

30 de junho de 2009 08:04  
Anonymous Anônimo said...

Esse cd sim , deve ser um dos melhores do ano. Joyce é ótima cantora e o repertório é de primeira. Essa não tenta ser moderna nem cabeça... essa É CANTORA E COMPOSITORA pra valer!!

30 de junho de 2009 08:57  
Anonymous Denilson said...

Maria Valéria,

Para seu conhecimento:

http://www.joycemoreno.com/
"O que é um nome?
A partir de 2009, JOYCE finalmente passa a usar seu nome real, JOYCE MORENO, em todos os seus proximos trabalhos."

abração,
Denilson

30 de junho de 2009 09:12  
Anonymous Anônimo said...

Joyce sempre cantará evitando um tom exacerbado.Não é a praia dela.

30 de junho de 2009 11:59  
Anonymous Lurian said...

Joyce afirma no blog que esperou a voz 'encorpar' pra gravar essas canções, significa que ela vem paquerando esse repertório há anos, e deve nos brindar com um biscoito finíssimo! Cantora-Compositora-Instrumentista de primeira!

30 de junho de 2009 18:14  
Anonymous Anônimo said...

Que bom, Mauro, termos Joyce ao alcançe de nossas mãos e em Real!
Obrigado pela bela notícia.
E quanto a Joyce, nada a declarar: é Rainha.

30 de junho de 2009 18:55  
Anonymous Anônimo said...

Eu quero "Minha Gata Rita Lee" no original!!!!!!!!!!!!!!!!
Nem importado.
Biscoito Fino, apelo para vocês.

30 de junho de 2009 19:31  
Anonymous Anônimo said...

Denilson tá certo, para variar.

30 de junho de 2009 19:32  
Anonymous Anônimo said...

A Biscoito a trouxe de volta. Se um dia eu for Papa eu canonizo: Santa Katy e Santa Olivia.
Vocês já pararam para pensar sobre a importância desta gravadora na atual era digital ? Vai entrar para a história, assim como a "Elenco" entrou. Se puderem, perguntem aos seus netos e bisnetos.

30 de junho de 2009 21:47  
Anonymous Anônimo said...

É verdade. Quando procuro "Joyce" no "site" da Amazon ou da CD Point dá um trabalho... Imagina entrar em uma loja "gringa" e pedir o novo da "Joyce" - que vende mesmo, no Japão então - sem que o vendedor não venha com James Joyce; Joyce Collins; Joyce Colling; Valeria Joyce; Joyce Mercedes; Joyce Carr - parece ser um nome americano ou inglês muito comum. E lembrar que Jorge Ben mudou o seu só por causa do George Benson.

30 de junho de 2009 21:54  
Blogger PedroPeter said...

amo! Joyce é de um bom gosto e de uma delicadeza difíceis de encontrar.
meu favorito é Ilha Brasil, mas todos os álbuns me encantam de alguma forma. esse provavelmente não será diferente.

1 de julho de 2009 02:14  
Anonymous Anônimo said...

Eu quero "Minha Gata Rita Lee"(2).

1 de julho de 2009 21:29  
Anonymous Anônimo said...

Mauro, hoje a tarde estava assistindo uam estrevista da Joyce, ainda não a conhecia, porém sua voz é encantadora,mas alem disso algo mas me fez observa-la, uma frase muito bonita de uma musica que ela recitou.
A frase era essa: ...O AMOR COM PERIGO SE TORNA MAIS SINCERO...

24 de julho de 2009 22:32  

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