23 de maio de 2007

Tributo a Ella marca os 90 anos da diva do jazz

Para lembrar os 90 anos que a dama Ella Fitzgerald (1917 - 1996) completaria em 2007, a gravadora Verve produziu um tributo em que nomes como Michael Bublé e Diana Krall recriam o repertório celebrizado pela intérprete. We All Love Ella (capa acima) tem lançamento mundial agendado para junho. A própria diva do jazz encerra o disco na faixa inédita You Are the Sunshine of my Life, um registro ao vivo da música de Stevie Wonder, feito por Ella em 1977 no New Orleans Jazz and Heritage Festival. A produção é de Phil Ramone. Eis a lista de músicas e astros de We All Love Ella:
1. A-Tisket, A-Tasket - Natalie Cole
2. Lullaby Of Birdland - Chaka Khan
3. The Lady Is A Tramp - Queen Latifah
4. Dream A Little Dream of Me - Diana Krall e Hank Jones
5. (If You Can Sing It) You'll Have To Swing It - Natalie Cole com Chaka Khan
6. Oh, Lady Be Good! - Dianne Reeves
7. Reaching For The Moon - Lizz Wright
8. Blues In The Night - Ledisi
9. Miss Otis Regrets - Linda Ronstadt
10. Someone To Watch Over Me - Gladys Knight
11. Do Nothin' Till You Hear From Me - Etta James
12. Angel Eyes - k.d. Lang
13. Too Close for Comfort - Michael Bublé

14. You Are the Sunshine of my Life - Ella Fitzgerald com
Stevie Wonder
15. Cotton Tall - Dee Dee Bridgewater

16. Airmail Special - Nikki Yanofsky

18 Comments:

Anonymous Anônimo said...

deviam relançar os discos originais, todos se possível, isso sim é uma homenagem

23 de maio de 2007 10:13  
Anonymous Anônimo said...

Ella foi a Gal Costa americana. Grande cantora, grande dama da música.

23 de maio de 2007 10:44  
Anonymous Anônimo said...

Faltou música brasileira, que esteve muito presente no repertório de Ella Fitzgerald durante o quarto final de sua carreira.

Tributo é chamariz duvidoso.

23 de maio de 2007 12:20  
Anonymous Anônimo said...

Ella foi muito mais do que isso.

Ella, Billie Holiday e Sarah Vaughan mudaram a história da música americana, cada uma do seu jeito, influenciando quase todos os cantores e cantoras que vieram depois delas.

Por exemplo: Frank Sinatra, Tony Bennet, Chet Baker, Mel Tormé, Peggy Lee, Dinah Washington, Betty Carter, Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Marisa Monte, Madeleine Peiroux, k.d.Lang, etc

E isso sem truques de estúdio, sem apelação, sem campanhas de marketing.

Ella merece todos os tributos, sim. Mas o mais legal seria que as músicas fossem cantadas pela própria Ella, de repente fazendo duetos.

Quem sabe assim os mais novos conheceriam uma cantora de verdade e não esses pastiches que aparecem por aí?

abração,
Denilson

23 de maio de 2007 14:02  
Anonymous Anônimo said...

Ella é maior referência vocal das maiores cantoras modernas brasileiras.Chega a ser explícita e absurda a influência sobre Elis Regina em meados dos anos 60,a ponto de acharem que a Ella estava cantando em português e era a Elis.Então a importância de Ella para nossa música é mais que fundamental.É colossal!

23 de maio de 2007 15:56  
Anonymous Anônimo said...

Ainda não ouvi uma voz feminina de registro agudo no canto popular.
E ainda potente, afinada e com dicção perfeita. Vai ser difícil outra cantora que chegue perto.

Flávio

23 de maio de 2007 15:57  
Anonymous Anônimo said...

Denilson, amo Ella e Billie e adorei seu comentário. Nada a acrescentar. Bravo!

23 de maio de 2007 16:39  
Anonymous Anônimo said...

Oi, Péssima.

Entre no site http://www.billieholiday.be/ para ter acesso a materiais fantásticos sobre a Billie Holiday (fotos, textos, gravações inéditas, etc).

É em inglês, mas é maravilhoso.

Queria que houvesse um site desse quilate sobre a Ella Fitzgerald.

abração,
Denilson

23 de maio de 2007 17:31  
Anonymous Anônimo said...

Essa sim é uma Raridade!!!!!!!!Eternamente Ella!

23 de maio de 2007 19:44  
Anonymous Anônimo said...

Ella foi a Gal americana??? Parabéns, chéri. Ufanista a este ponto vc deve ter raízes - no mínimo - argentinas.
Au revoir!

24 de maio de 2007 09:14  
Anonymous Anônimo said...

Just in case: seguindo seu raciocínio posso supor que Billie tenha sido a Bethânia americana, ou Piaf a Bibi Ferreira da França?
Dieu le veuille!

24 de maio de 2007 09:19  
Anonymous Anônimo said...

Aqui no Brasil, que eu saiba, Jane Duboc segue a cartilha de Ella Fitzgerald. Se não me engano Jane gravou algum tributo em homenagem a... Ella.

Temos outras cantoras que se inspiraram em cantoras estrangeiras - por exemplo, Rosana se inspirou bastante em Gladys Knight, que por sinal está neste cd.

Quanto a Gal, não acho que tenha muito a ver com ... Ella. Acho que tem mais a ver mesmo com Chet Baker, com João Gilberto, Ângela Maria, Dalva de Oliveira e até Janis Joplin. Mas sem dúvida, Gal tem o valor correspondente à cantora. A única diferença é que os EUA são gratos a Ella. Aqui no Brasil não - infelizmente as pessoas têm detonado cada vez mais Gal, esquecendo de tudo de bom que ela já fez. Isso é lamentável.

24 de maio de 2007 12:30  
Anonymous Anônimo said...

F.jurema, de novo estou com vc. Isto mesmo. Gal é uma artista de muito, muito valor. Uma das grandes cantoras do planeta, com um repertório de qualidade e sempre louvada por quem realmente entende de música.

24 de maio de 2007 15:07  
Anonymous Anônimo said...

Gal tem uma das vozes mais lindas do mundo. O problema que desde os anos 80 gosta de enfiar no pé no jaca. E muitas vezes para com o objetivo nada nobre de simplesmente fazer sucesso comercial, embora vá morrer dizendo o contrário. E outras vezes por preguiça mesmo.

O grande problema talvez seja quando alguns começam a dizer que elas são as maiores e elas passam a acreditar. O mesmo deve ter acontecido com Nana Caymmi, Zizi Possi e outras.

No release de do disco Gal Bossa Tropical, chegou-se a afirmar isso. Ou seja, que grandes vozes podem gravar o que quiserem, somente para nos dar o privilégio de ouvirmos essas vozes. Deu no que deu.

24 de maio de 2007 23:16  
Anonymous Anônimo said...

Os norte-americanos dos Estados Unidos são um povo cheio de preconceitos, mas mesmo assim, só lá é que três cantoras negras, que não eram ricas e nem tão bonitas e/ou "gostosas" poderiam ter chegado a ser o que foram/são. Reconhecidas e respeitadas ainda em vida e idolatradas depois de mortas, no mundo inteiro. Ai delas, de seus seguidores e de nós fãs se tivessem nascido brasileiras...

25 de maio de 2007 02:52  
Anonymous Anônimo said...

Comparar Ella a Gal é demais.Uma das maiores estapafúrdias que li na vida. A comparação deveria ser feita a uma Dalva. SÓ TEM MALUCO NESSE BLOG!

25 de maio de 2007 09:09  
Anonymous Anônimo said...

Juliana lopes, os americanos do Brazil são muito piores.

26 de maio de 2007 12:26  
Anonymous Anônimo said...

Penso que não na mesma medida, anônimo das 12:26... Os canadenses, talvez pela mistura com europeus do continente também não são tanto. Bem como os mexicanos, pela "latinidad". Mas os nossos outros co-irmãos do continente são entre outras cositas más, tão prepotentes que se acham donos do mesmo a ponto de crer que, quando se fala em América, se está a falar do país deles! Seria cômico se não fosse sério. Muito sério...

26 de maio de 2007 17:27  

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