9 de outubro de 2009

Muse resiste bem às mudanças em disco épico

Resenha de CD
Título: The Resistance
Artista: Muse
Gravadora: Warner Music
Cotação: * * * *

Ao se deparar com Uprising, o rock que abre o quinto álbum de estúdio do Muse, o ouvinte pode até ter a sensação de que a banda deu pistas falsas ao anunciar que The Resistance seria um disco de tom sinfônico. Mas falsa é a impressão dada por Uprising. Apesar de conter uma ou outra faixa com a energia costumeira das bandas de rock, em especial MK Ultra e Unnatural Selection, o CD de fato representa guinada na discografia do Muse. Sim, The Resistance é quase uma sinfonia, de clima épico e orquestrações grandiosas. Bonita faixa turbinada com longa citação de noturno de Frédéric Chopin (1810 - 1849), United States of Eurasia é um dos temas que traduzem bem o espírito do álbum, salpicado de solos de piano. I Belong to You vai pelo mesmo caminho. Já Exogenesis até se apresenta como uma sinfonia propriamente dita, sendo uma suíte dividida em três partes. E o fato é que, exageros à parte, o som do Muse resiste bem às mudanças propostas pela banda neste quinto disco.

1 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

Ao se deparar com Uprising, o rock que abre o quinto álbum de estúdio do Muse, o ouvinte pode até ter a sensação de que a banda deu pistas falsas ao anunciar que The Resistance seria um disco de tom sinfônico. Mas falsa é a impressão dada por Uprising. Apesar de conter uma ou outra faixa com a energia costumeira das bandas de rock, em especial MK Ultra e Unnatural Selection, o CD de fato representa guinada na discografia do Muse. Sim, The Resistance é quase uma sinfonia, de clima épico e orquestrações grandiosas. Bonita faixa turbinada com longa citação de noturno de Frédéric Chopin (1810 - 1849), United States of Eurasia é um dos temas que traduzem bem o espírito do álbum, salpicado de solos de piano. I Belong to You vai pelo mesmo caminho. Já Exogenesis até se apresenta como uma sinfonia propriamente dita, sendo uma suíte dividida em três partes. E o fato é que, exageros à parte, o som do Muse resiste bem às mudanças propostas pela banda neste quinto disco.

9 de outubro de 2009 21:19  

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