24 de setembro de 2009

Bio romanceada reconta saga trágica de Callas

Mais do que uma ópera, a vida de Maria Callas (1923 - 1977) daria até uma novela. Por ora, originou um romance popular. O jornalista Alfonso Signorini revive a existência tumultuada do soprano de origem grega em nova biografia dessa estrela de óperas tão trágicas quanto ela. Orgulhosa Demais, Frágil Demais - A Vida de Maria Callas é biografia de estilo romanceado e de tom quase folhetinesco. Tanto que já vai virar filme, atualmente em fase de pré-produção. Ora lançado no Brasil pela editora Record, o livro foi escrito a partir de correspondências e documentos tidos como inéditos. A rigor, ele pouco ou nada acrescenta às biografias anteriores de Callas, cuja trajetória atinge seu ponto de maior dramaticidade quando o amante da estrela da ópera - o milionário magnata Aristóteles Onassis (1906 - 1975) - a deixa para casar com Jacqueline Kennedy (1929 - 1994). Ao ser abandonada, Callas entra em progressivo processo de depressão e reclusão que se agrava com a morte de Onassis. A trama tem seu triste capítulo final em 16 de setembro de 1977, quando a cantora sai de cena para entrar para a história da ópera por conta das várias célebres encenações protagonizadas por ela nos palcos do mundo a partir dos anos 40.

2 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

Mais do que uma ópera, a vida de Maria Callas (1923 - 1977) daria até uma novela. Por ora, originou um romance popular. O jornalista Alfonso Signorini revive a existência tumultuada do soprano de origem grega em nova biografia dessa estrela de óperas tão trágicas quanto ela. Orgulhosa Demais, Frágil Demais - A Vida de Maria Callas é biografia de estilo romanceado e de tom quase folhetinesco. Tanto que já vai virar filme, atualmente em fase de pré-produção. Ora lançado no Brasil pela editora Record, o livro foi escrito a partir de correspondências e documentos tidos como inéditos. A rigor, ele pouco ou nada acrescenta às biografias anteriores de Callas, cuja trajetória atinge seu ponto de maior dramaticidade quando o amante da estrela da ópera - o milionário magnata Aristóteles Onassis (1906 - 1975) - a deixa para casar com Jacqueline Kennedy (1929 - 1994). Ao ser abandonada, Callas entra em progressivo processo de depressão e reclusão que se agrava com a morte de Onassis. A trama tem seu triste capítulo final em 16 de setembro de 1977, quando a cantora sai de cena para entrar para a história da ópera por conta das várias célebres encenações protagonizadas por ela nos palcos do mundo a partir dos anos 40.

24 de setembro de 2009 09:30  
Anonymous maria said...

Vou atrás.
Callas tinha a tal centelha que diferencia as grandes cantoras das incomparáveis artistas.
Lembra o trecho de uma carta escrita por Pfister, décadas atrás: 'Hei de fazer da minha, uma vida grande. Nem que seja o meu corpo a lenha desse fogo'.

maria

24 de setembro de 2009 19:20  

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