19 de agosto de 2010

Tributo de D2 a Bezerra cita capa de CD de 90

A capa do CD Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva - nas lojas em setembro via EMI music - reproduz uma das melhores capas da obra fonográfica de Bezerra da Silva (1927 - 2005). Trata-se da capa de Eu Não Sou Santo, disco lançado por Bezerra em 1990. Só que D2 não posou com a artilharia que adornou a capa original.

11 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

A capa do CD Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva - nas lojas em setembro via EMI music - reproduz uma das melhores capas da obra fonográfica de Bezerra da Silva (1927 - 2005). Trata-se da capa de Eu Não Sou Santo, disco lançado por Bezerra em 1990. Só que D2 não posou com a artilharia que adornou a capa original.

19 de agosto de 2010 12:28  
Anonymous Anônimo said...

Antes ou depois, a capa é de um mau gosto inacreditável!!!

19 de agosto de 2010 12:50  
Anonymous Anônimo said...

Deusmelivreguarde!

19 de agosto de 2010 15:02  
Anonymous Anônimo said...

Meu Deus
Realmente sou um débil, um desantenado por não captar na parabólica ou no wire less a genialidade do D2.
Isso tudo envolto de MUDERNIDADE me remete à plágio-cover
e falta de idéias próprias.
Meu Deus dai-me o entendimento.
E um VIVA para o Bezerra da Silva. Tão apedrejado e ignorado em vida.
Ricardo Sérgio

19 de agosto de 2010 21:48  
Anonymous Anônimo said...

Bezerra antes de morrer aceitou Jesus e morreu seguidor da Igreja Universal do Reino de Deus.Livre!


Sofia Barreto
Guapimirim/RJ

20 de agosto de 2010 07:47  
Anonymous Iná said...

Antes ou depois, a capa é de um mau gosto inacreditável!!!(2)

20 de agosto de 2010 11:53  
Blogger Jorge Reis said...

Eu tinha uma verta rejeição ao D2 e ele trabalho após trabalho, vem me surpreendendo, positivamente é claro.
A capa pode ser de mau gosto, mas a homenagem é bastante sincera, e deve ser mais uma obra que venha a acrescentar o novo na MPB, tão cheia de mais do mesmo...

20 de agosto de 2010 12:51  
Anonymous Anônimo said...

Pois é, Sofia, todo cuidado é pouco. Tem sempre alguém mais malandro que a gente.
Malandragem mesmo é ser honesto, isso sim é ser livre.
Ahhh, capinha realmente feia, mas vale como parte da homenagem.

20 de agosto de 2010 14:42  
Blogger Pedro Progresso said...

Antes ou depois, a capa é de um mau gosto inacreditável!!!(3)

Esse disco deve fazer as pessoas atentarem para ouvir mais Bezerra da Silva. Todo mundo diz q gosta mas só conhece uma ou duas músicas no máximo.

Eu me aprofundei mais na discografia de Bezerra e posso dizer que quase nada se salva. Detestei.

20 de agosto de 2010 21:44  
Blogger Gill said...

Não se sabe se é por preconceito ou mesmo por falta de sensibilidade musico-social. O fato é que a música de Bezerra sempre foi mal vista pelos que acham, e acham mesmo, que entendem de música, do que é música como arte. Bezerra era genial, já ouvi toda sua obra e desde o início com os côcos e depois com os partidos, é possível sentir a poesia urbana, cáustica e irônica do sambista. A suposta comédia de sua obra nada mais era que uma crítica social sempre muito certeira, apesar dos aparentes exageros. Por outro lado, temos D2, discípulo mais que merecedor de homenagear o mestre. D2 é fantásticos: letras muito bem elaboradas dos raps que continuam a crítica social iniciada por Bezerra. Claro que não se pode avaliar um disco, nem coisa nenhuma, que não se ouviu ainda. Mas é possível desejar ao menos que a obra seja tão boa quanto ambos os artistas são em separado.
Para os preconceituosos e puristas de plantão, fica uma máxima do partideiro: "malandro é malandro e mané é mané".

21 de agosto de 2010 21:12  
Anonymous Anônimo said...

Boa, Gill!!! Penso como você. Abraços,

Marcelo Barbosa - Brasília (DF)

22 de agosto de 2010 13:02  

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