17 de agosto de 2010

Iron Maiden cruza, com fôlego, 'Final Frontier'

Resenha de CD
Título: The Final Frontier
Artista: Iron Maiden
Gravadora: EMI Music
Cotação: * * * *
Se The Final Frontier for mesmo o fim do caminho para o Iron Maiden, como sugere o 15º álbum de estúdio do grupo inglês, a Donzela de Ferro cruza a fronteira final com fôlego - 30 anos após sua aparição na cena metaleira britânica de 1980. Fiel às leis de seu universo particular, o grupo volta ao disco fiel a si mesmo - com carga adicional de tons progressivos, perceptíveis em faixas como a sombria Mother of Mercy, a épica When the Wild Wind Blows (que fecha o álbum com quase onze minutos) e, sobretudo, em Isle of Avalon e The Man Who Would Be King. Contudo, entre temas mais lentos como a balada Coming Home, há também as músicas velozes e furiosas que evocam o velho Maiden. Nesse gênero, The Alchemist vai contentar tradicionais admiradores da Donzela por seguir a certeira fórmula básica do Heavy Metal. Em velocidade alta ou baixa, The Final Frontier injeta ânimo na discografia do grupo - fôlego já sinalizado pelos já conhecidos temas El Dorado e Satellite 15... The Final Frontier (de introdução estranha que subverte o padrão metaleiro). No todo, o álbum resulta denso - basta ouvir faixas como Starblind - e mostra que o Iron Maiden ainda tem peso na cena metaleira. Mesmo quando embarca na viagem progressiva que norteia este excelente álbum.

3 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

Se The Final Frontier for mesmo o fim do caminho para o Iron Maiden, como sugere o 15º álbum de estúdio do grupo inglês, a Donzela de Ferro cruza a fronteira final com fôlego - 30 anos após sua aparição na cena metaleira britânica de 1980. Fiel às leis de seu universo particular, o grupo volta ao disco fiel a si mesmo - com carga adicional de tons progressivos, perceptíveis em faixas como a sombria Mother of Mercy, a épica When the Wild Wind Blows (que fecha o álbum com quase onze minutos) e, sobretudo, em Isle of Avalon e The Man Who Would Be King. Contudo, entre temas mais lentos como a balada Coming Home, há também as músicas velozes e furiosas que evocam o velho Maiden. Nesse gênero, The Alchemist vai contentar tradicionais admiradores da Donzela por seguir a certeira fórmula básica do Heavy Metal. Em qualquer velocidade, The Final Frontier injeta ânimo na discografia do grupo - fôlego já sinalizado pelos já conhecidos temas El Dorado e Satellite 15... The Final Frontier (de introdução estranha que subverte o padrão metaleiro). No todo, o álbum resulta denso - basta ouvir faixas como Starblind - e mostra que o Iron Maiden ainda tem peso na cena metaleira. Mesmo quando embarca na viagem progressiva que norteia este excelente álbum.

17 de agosto de 2010 10:34  
Blogger N@ndo said...

Mauro Ferreira surpriende e pula o cerco curtindo Iron Maiden, assim como eu, quando escuto Justin Timberlake e Ne-Yo hahaha!

17 de agosto de 2010 15:14  
Anonymous Rafa said...

O Iron sempre teve vocação pra uma onda mais progressiva. "Seventh Son..." é a melhor prova de que esse tipo de viagem rola (e muito bem) com a banda.
É muito clichê dizer que os caras são o maior nome do metal?

17 de agosto de 2010 22:05  

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