2 de julho de 2009

Cozza abre tributo a Clara em Prêmio de MPB

Prêmio da Música Brasileira - 22º Edição
Rio de Janeiro (RJ) - Coube a Fabiana Cozza fazer o primeiro dos dez números musicais da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que homenageou a cantora Clara Nunes (1942 - 1983). Às 21h55m de quarta-feira, 1º de julho de 2009, as luzes do Canecão se apagaram e a voz límpida de Clara ecoou na casa através da gravação de Guerreira, espécie de autorretrato da intérprete mineira. Na sequência, os apresentadores - Aloísio de Abreu, Fernanda Montenegro e Marcello Antony - entraram em cena e falaram da importância de Clara, revivida ao longo de toda a cerimônia através de imagens do telão, de trechos de suas gravações e de textos que explicaram ao público de convidados a importância de cada música apresentada na festa-show. A começar por Um Ser de Luz, samba composto em 1983 por João Nogueira (1941 - 2000) e Paulo César Pinheiro em saudação póstuma à artista. O samba foi defendido por Fabiana Cozza (em foto de Mauro Ferreira) em belo registro camerístico feito com quinteto de cordas. Prenúncio da elegância que pontuou a noite...

8 Comments:

Blogger Mauro Ferreira said...

Prêmio da Música Brasileira - 22º Edição

Rio de Janeiro (RJ) - Coube a Fabiana Cozza fazer o primeiro dos dez números musicais da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que homenageou a cantora Clara Nunes (1942 - 1983). Às 21h55m de quarta-feira, 1º de julho de 2009, as luzes do Canecão se apagaram e a voz límpida de Clara ecoou na casa através da gravação de Guerreira, espécie de autorretrato da intérprete mineira. Na sequência, os apresentadores - Aloísio de Abreu, Fernanda Montenegro e Marcello Antony - entraram em cena e falaram da importância de Clara, revivida ao longo de toda a cerimônia através de imagens do telão, de trechos de suas gravações e de textos que explicaram ao público de convidados a importância de cada música apresentada na festa-show. A começar por Um Ser de Luz, samba composto em 1983 por João Nogueira (1941 - 2000) e Paulo César Pinheiro em saudação póstuma à artista. O samba foi defendido por Fabiana Cozza (em foto de Mauro Ferreira) em belo registro camerístico feito com quinteto de cordas. Prenúncio da elegância que pontuou a noite...

2 de julho de 2009 09:25  
Anonymous Anônimo said...

Com todo respeito, escutei o segundo disco dela, gostei muito de algumas músicas, outras nem tanto. Mas tomei uma certa antipatia pela Fabiana Cozza depois de ter assistido ao programa Sarau, na Globonews, com Chico Pinheiro.
Se ACHA MUITO! Humildade é sempre bom, principalmente quando se quer chegar. E a artista em questão tem de caminhar MUITO porque não chegou a lugar algum AINDA. Abraços,

Marcelo Barbosa - Brasília (DF)

PS: E muitos amigos assistiram ao referido programa em questão e ficaram com a mesma impressão. Não foi só o chato aqui que percebeu isso!
PS2: E ainda acho que ela destruiu Nação, hit do último lp da Mineira Guerreira, de mesmo nome, lançado em 1982.
PS3: Salve Clara, SEMPRE!

2 de julho de 2009 09:36  
Anonymous Luc said...

Que bom haver um entendimento claro e assentado sobre importância e a grandiosidade de Clara Nunes para a música brasileira.

Para além de todas as suas qualidades de cantora (ou talvez por causa delas), Clara construiu uma ponte entre o gosto popular e o da elite. É uma intérprete que congrega. De fato, um ser de luz.

2 de julho de 2009 12:47  
Blogger Kézia said...

A Fabiana é uma das cantoras dessa nova geração q me conquistou com seu jeito simples e humilde, sem contar o talento dela q é absurdo!

2 de julho de 2009 16:13  
Anonymous Anônimo said...

Que bom! Ao menos fora da televisão passa a imagem contrária. Deve ter sido deslumbre! Abs,

Marcelo Barbosa - Brasília (DF)

2 de julho de 2009 20:17  
Anonymous Anônimo said...

ACHO QUE UM SER DE LUZ E MINEIRA, DEVERIAM TER SIDO CANTADA PELA PRÓPRIA ALCIONE.

3 de julho de 2009 13:54  
Blogger Denize said...

Marcelo, se você tiver a oportunidade de conhecer a Fabiana Cozza, com certeza mudará de opinião.
Infelizmente a Fabiana ainda não tem todos os holofortes para ela, pois, ela não precisa de Q.I. e muito menos 'pagar' para aparecer.
Ela te muito talento, carisma, simpátia, hiper atenciosa com todos indiferente de quem seja.
E lembre-se, há muitas 'cantoras' que se acham algo só porque tem alguém bancando para aparecer, ou usa do nome de alguém.

9 de julho de 2009 20:55  
Anonymous Anônimo said...

OK, Denise. Como escrevi antes, em compensação eu não fui o único que tive essa impressão. Muitos dos meus amigos do samba assistiram e concordaram.
Agora, não é porque não a conheço que não posso emitir uma opinião do que assisti. Cabe a ela como artista se policiar, ou então os assessores darem um toque. Lamento, mas no referido programa passou sim essa imagem de pedante. Abs e deve ter sido deslumbre mesmo,

Marcelo Barbosa - Brasília (DF)

PS: Mas está longe de alçar um patamar das GRANDES cantoras do Samba. Devagar, com trabalho e talento (que ela tem, possui uma bela voz) ela chegará lá. Mais humildade não fará mal!

10 de julho de 2009 11:24  

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